sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Eu quero uns minutos de inconsciência...please!




Em jeito de desabafo deixo esta musica a quem precisar de boa sorte como eu! Ás vezes dou por mim a parar a meu do dia...e a olhar para aquela "classe" que tenho à minha volta...
Nunca tive uma turma tão...indescritivel...indocumentável...desde aquele que diz tudo fora do contexto, não se senta, não cumpre, mas que nem percebe que não o faz...aquele que tem tudo o que deve ter a nível académico mas tem um parafuso mal apertado, duas meninas que vivem num mundo que não é o nosso, pelo menos não o meu! Fazem disparates consecutivos, as coisas são faladas, mas de nada vale...e quando digo de nada valem...é te-las a fazer o mesmo passado 5 minutos( e não estou a exagerar no tempo!)...um que imita animais em todo o instante e como resposta a tudo...uma bilingue( alemã e português) gaga!!! um sobredotado daqueles loucos e fora da realidade... que nada faz como o comum dos mortais! Enfim para piorar eles vivem em realidades diferentes da minha e entre si! Ou seja é miscelandia dos diabos...e se há dias em faço uma gestão assertiva e com calma há outros em que quase me sinto a perder as forças e a desmaiar ou melhor com vontade de dar um pau na própria cabeça para perder a consciência de vez em quando!!!

Não Acham que mereço esta musica de boa sorte para poder pelo menos recarregar alguma força no fim de semana?!

4 comentários:

  1. A maior parte das pessoas não imagina o que é ser professor, e as múltiplas situações que se lhe deparam, no dia a dia.
    Eu como já passei por isso, sei bem ao que te referes.
    E já agora, sobre os chamados "sobredotados" tenho uma pequena história em que eu fui mauzinho, mas acabei com a questão; era eu professor do 8º, ano de Matemática, e tinha numa turma um puto que se auto-intitulava "Einstein", e que quando eu explicava a matéria tinha sempre que vir com a questão habitual: eu percebi tudo, mas parece-me que poderia ser explicado antes assim..
    De início, ainda lhe dei alguma atenção e lhe fiz ver que não havia duas formas diferentes de explicar "aquilo"; mas ele era recorrente e o que mais me enfurecia era o ar de gozo superior que exibia perante os colegas; qualquer pergunta lançada à turma era invariavelmente respondida de imediato pelo Einstein, que ficava extasiado com ele próprio.
    Um dia "passei-me" e chamei-o ao quadro; e de uma forma quase "obscena" estendi-o no tapete, mostrando-lhe que ainda lhe faltava muito para chegar a Einstein; claro que o envergonhei perante a turma, propositadamente, mas eu já estava pelos cabelos; a partir daí foi um bom aluno, sim, mas nunca mais se intitulou de "Einstein"...
    Desculpa o testamento.
    Beijinho.

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  2. Claro que sim. Hoje trabalhar é mais duro que nunca e sem recompensas. Porque será que o trabalho tem perdido a beleza de dia para dia?

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  3. safa que inferno, estou speachless...e sendo assim, Boa sorte.

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  4. Como conheço a turma só tenho a dizer: boa sorte...vais precisar!

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